Dia das mães. Dia de homenagens.
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O mês de Maio é o mês reservado para homenagens às mães. Muitos se reúnem com elas, almoçam juntos, compram presentes… as crianças fazem lembrancinhas nas escolas com a ajuda das professoras e entregam as suas mães, todas orgulhosas e na expectativa de um sorriso e alguma verbalização do tipo: “Que lindo! Obrigada, meu filho!” seguido de um abraço.

O dia das mães é especial para as mães e para os filhos que tem um ao outro, mas pode ser especialmente doloroso para as mães que perderam um filho, para os filhos que perderam suas mães, ou para os que neste contexto de pandemia, estão com seus amados internados num hospital se recuperando da Covid.

A mãe é o primeiro vínculo do bebê com o mundo externo. Através dessa relação podemos vivenciar novas relações ao longo de nossas vidas, indo de um estágio de dependência absoluta, passando pela dependência relativa rumo a uma independência relativa.

Vínculo. Palavra relativamente pequena, de apenas três sílabas, mas de potência imensa. É o vínculo que nos une às pessoas, é ele que nos faz sentir ligados mesmo a distância, é ele que cria o compromisso de cuidado que a mãe sente, e é ele que nos faz sofrer quando acontece uma separação.

O vínculo permanece, ainda que se transforme, mas ele permanece mesmo após uma separação, mesmo que a separação seja por morte. O vínculo se transforma, mas permanece!

Por isso, neste dia das mães, se você não pode estar perto de sua mãe ou se você mãe, não pode estar perto de seu filho… não se recrimine por pensar. Faça uma homenagem, ore se orar fizer sentido para você, olhe fotos, assista a vídeos, revisite lembranças… se aproxime da forma que for possível daquele que lhe é caro, de valor inestimável.

Por mais independente que sejamos, nunca chegaremos ao ponto de não precisar de nossas mães. Precisaremos sempre delas, de suas referências, de seu reasseguramento… nem que seja buscando a mãe que temos guardado dentro da gente, nas nossas memórias, imaginando os conselhos que ela nos daria nesta ou naquela situação. Para sempre teremos nossas mães como referência porquê no máximo evoluímos para uma independência relativa. Nunca deixaremos de precisar de nossas mães.

Karina Zanini Marques

Karina Zanini Marques

Tradutora formada pela Univem desde 2003 e Psicóloga formada pela Unimar desde 2010 (CRP 06/103536) tem se dedicado profissionalmente única e exclusivamente ao ofício de Psicóloga.

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